Prefeitura já investiu mais de R$ 5 milhões na maternidade, que é referência estadual para atendimento à gravidez de alto risco

O Conselho Regional de Medicina realizou, nesta terça-feira, 1, uma nova avaliação na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea). Com a verificação de atendimento da unidade a todos os pré-requisitos de funcionamento de forma segura e salubre para pacientes e profissionais, o CRM decidiu pela desinterdição ética do serviço.

Para atender às demandas do CRM, a Secretaria de Saúde de Campina Grande realizou um amplo processo de higienização e desinfecção do local, já que havia a suspeita da presença de uma bactéria de alta resistência na UTI neonatal.

A interdição ética suspendia o acolhimento de novos pacientes no ambiente. Por isso, a Secretaria Municipal de Saúde contratualizou vagas de internação em UTI para recém-nascidos na rede particular até que o problema fosse resolvido.

A Secretaria de Saúde de Campina Grande vem fazendo um amplo trabalho de expansão da maternidade e de conformação da estrutura do prédio às novas exigências dos órgãos de controle da saúde.

O Isea realiza mais de 7 mil partos por ano e quase 70% das gestantes são de outros municípios. Desde 2013, já foram investidos mais de R$ 5 milhões na infraestrutura do espaço, que ganhou novos leitos, uma nova recepção, Casa da Gestante, Centro de Parto Normal, UTI materna, ampliação de UTI neonatal, entre outras melhorias.

Com assessoria